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Saúde da Mulher

Acompanhe, abaixo, artigos sobre os cuidados com a sua saúde.

Câncer

Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2003, mais de 60 mil mulheres brasileiras morreram por algum tipo de câncer que poderia ter sido evitado com exames periódicos.

A ginecologista Sueli Raposo orienta as mulheres a checarem sempre suas condições físicas, pois doenças como câncer de mama e os tumores de útero podem ser tratadas de maneira eficaz quando descobertas precocemente. “Os procedimentos, que devem ser realizados em mulheres a partir da primeira menstruação, consistem na avaliação das mamas e a verificação da presença de alterações no tecido do colo do útero”, diz a ginecologista.

Confira alguns exames indicados

As mulheres, a partir dos 20 anos, devem se preocupar com sua saúde periodicamente, verificando níveis de colesterol, triglicérides, glicemia (para descartar diabetes), atividade cardíaca e DSTs (doenças sexualmente transmissíveis).

Para todas:

  • Consultar um ginecologista pelo menos uma vez ao ano;
  • Conferir sempre a pressão arterial;
  • Controlar o peso. A obesidade deve ser combatida, pois aumenta o risco de eventos cardiovasculares e também alguns tipos de câncer;
  • Praticar exercícios;
  • Não fumar;
  • Atualizar a carteirinha de vacinação. Prevenir é sempre melhor do que remediar;
  • Importante tomar a vacina contra hepatite B e HPV antes do início da vida sexual.

Aos 20 anos:

  • Controle de colesterol, triglicérides, glicemia, creatinina e urina;
  • Realizar exames de citologia oncótica (papanicolau) e colposcopia anualmente, dependendo do resultado o ginecologista poderá pedir com mais frequência;
  • Ultrassom pélvico ou transvaginal;
  • Avaliação de pintas (manchas no corpo);
  • Realizar exames para prevenção de doenças hematológicas como anemias, hepáticas e cardíacas;
  • Usar camisinha para prevenção de DSTs como HIV, hepatite B e C, HPV, clamídia, gonorréia, sífilis, herpes, cancro mole e donovanose.

Aos 30 anos:

  • Além de seguir as dicas anteriores, as mulheres devem procurar um endocrinologista para investigar a função tireoideana, através das dosagens hormonais TSH e T4 Livre.

Aos 40 anos:

  • As mulheres, a partir desta idade, devem fazer a mamografia anualmente, além dos exames já citados. As que possuem antecedentes familiares de câncer de mama ou ovário devem fazer a primeira mamografia aos 35 anos. O pico de incidência de câncer de mama é entre 47 e 52 anos. É importante também repetir o ultrassom da tireoide e fazer as dosagens hormonais;
  • Exames clínicos devem ser feitos anualmente com dosagem de glicemia, colesterol e triglicérides;
  • Verificar periodicamente a pressão arterial.

Aos 50 anos:

  • Manter todos os tópicos acima e investigar neoplastias. Após a menopausa, diminui a incidência de câncer de colo uterino, mas aumenta o risco de câncer de ovário e endométrio. O rastreamento pode ser feito pelo ultrassom transvaginal e alguns marcadores tumorais;
  • Fazer avaliação cardiológica;
  • Dependendo dos antecedentes familiares e dos sintomas, o clínico e o ginecologista poderão pedir outros exames. O mais importante é a prevenção, pois muitas doenças são silenciosas, demorando a apresentar os primeiros sintomas.

Proteja-se do HPV

O Papiloma Vírus Humano, uma Doença Sexualmente Transmissível (DST) mais conhecida como HPV atinge, em geral, a população jovem (de 14 a 29 anos). Existem mais de 100 tipos de HPV, os considerados de alto e baixo risco; os que podem induzir ao câncer (oncogênicos); e os que são associados a outras manifestações, como o surgimento de verrugas.

Segundo a dra. Sueli Raposo, ginecologista da DASA, a proporção de HPV em mulheres e homens é parecida. O que difere é a incidência de uma evolução do quadro para câncer de colo uterino, bem mais frequente do que o câncer de pênis. “Estudos indicam que após 12 meses da primeira relação sexual, 30% das mulheres já apresentam determinados tipos de HPV”, comenta. De acordo com ela, apenas 20% dos casos confirmados de HPV evoluem para verrugas e desses, apenas 5% para câncer. Mas, como o índice de HPV no sexo feminino é altíssimo, esses números são muito preocupantes.

Como é diagnosticado?

O diagnóstico pode ser feito pelo exame ginecológico simples quando há presença de sintomas clínicos como verrugas. Quando a mulher não apresenta nenhum sinal o diagnóstico só é possível pelo exame papanicolau e pela colposcopia acompanhada ou não de biópsia. Quando ainda há dúvida ou discordância, o melhor exame a ser realizado é o de captura híbrida, que detecta o tipo do HPV, se é de alto ou baixo risco e também a carga viral. Quando os resultados dos exames estão alterados, o ginecologista deve indicar um tratamento específico, que dependerá do tipo, extensão e localização da lesão. Os métodos vão desde cauterização com ácido ou laser até cirurgias.

Como prevenir?

Para os especialistas a melhor maneira de prevenção é evitar grande quantidade de parceiros e sempre utilizar preservativos. Para as mulheres, também é aconselhável cuidados com roupas íntimas e banheiros, além de controles anuais com acompanhamento de um ginecologista. “É importante também preservar a imunidade com uma boa alimentação e a prática de exercício físico”, acrescenta dra. Sueli.

Vacina contra o HPV

A prevenção também pode ser feita com as vacinas contra o HPV, disponíveis nas unidades do Cytolab que oferecem serviços de vacinação.

Coração

A incidência de doenças cardiovasculares (DCV) está aumentando com o envelhecimento populacional, especialmente no sexo feminino. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o infarto e o Acidente Vascular Cerebral (AVC) são as principais causas de morte em mulheres com mais de 50 anos no Brasil. Apesar do risco de câncer de mama ser a principal preocupação das mulheres, a maior incidência de morte refere-se às doenças cardiovasculares - um índice de 53% quando comparado aos 4% do câncer de mama.

Uma mudança cultural

Dados da AHA (American Heart Association) demonstram que cerca de 60% das mulheres não têm conhecimento suficiente sobre as DCV, embora mais de 90% delas reconheçam que atividade física regular, redução de peso, controle do estresse e hábitos alimentares mais saudáveis, com redução de sal e colesterol na dieta, são medidas importantes para a redução do risco cardiovascular.

O Cardiologista da DASA, Alexandre Cury, revela que as mulheres apresentam os mesmos fatores de risco da doença coronariana que os homens. Mas esses fatores podem afetá-las de maneira diferente. “Devido à diferença no risco entre homens e mulheres, os esforços para prevenção e educação tradicionalmente foram direcionados aos homens. Mas agora isso está mudando, pois está ficando cada vez mais evidente que a doença coronariana afeta significativamente as mulheres”, afirma o médico.

Como prevenir?

Segundo o dr. Alexandre Cury, um melhor entendimento dos fatores de risco (como hipertensão, diabetes, colesterol, história familiar, tabagismo, obesidade, estresse e depressão) vai ajudar a controlar o aparecimento e a progressão dessas doenças, principalmente se a prevenção começar o mais precocemente possível. “A ideia principal é: se uma mulher adotasse hábitos saudáveis e preventivos desde cedo, de modo que ela apresentasse menos fatores de risco quando chegasse aos 50 anos, ela poderia ter um risco menor de doença cardiovascular e uma vida notadamente mais longa e melhor”, complementa o dr. Cury.

Entre as outras mudanças que ocorrem durante a menopausa, o risco de doença coronariana das mulheres aumenta nesse período. O índice de doença do coração em mulheres em menopausa é duas a três vezes maior do que o de mulheres na mesma faixa etária não menopausadas. Comparadas às que entram na menopausa a partir dos 50 anos, as mulheres que chegam a esta etapa antes dos 45 têm um risco ainda mais elevado. O alerta é do dr. Alexandre Cury, cardiologista da DASA.

Segundo o médico, embora o risco de uma mulher apresentar doença coronariana seja geralmente menor do que o de um homem antes dos 50 anos, a probabilidade aumenta consideravelmente com a idade. Estudos mostram que as mulheres acometidas por doença cardiovascular como, por exemplo, o infarto, têm riscos cardiovasculares aumentados quando comparadas aos homens. “E a menopausa parece ser o ponto inicial em que o risco de doença coronariana das mulheres se aproxima ao dos homens”, revela.

Como acontece?

Cury explica que boa parte desse efeito deve-se ao estrogênio, que é produzido durante o período fértil de uma mulher, elevando os níveis do colesterol bom (HDL) e diminuindo o colesterol ruim (LDL). Depois da menopausa, perde-se o efeito protetor do estrogênio. De acordo com o cardiologista, acreditava-se que a terapia de reposição hormonal (TRH) tinha um efeito benéfico na doença coronariana. Entretanto, estudos recentes têm demonstrado que a terapia hormonal não deve ser utilizada para a prevenção de doenças cardiovasculares.

Quais são os riscos?

O cardiologista lembra que o ganho de peso geralmente acompanha a menopausa, atuando em conjunto com outros fatores de risco como obesidade abdominal, níveis reduzidos do colesterol bom e níveis elevados de pressão arterial, glicose e triglicerídeos. “Uma mulher na menopausa com esses fatores de risco não tratados fica mais vulnerável a todas as manifestações da doença coronariana, incluindo infarto, insuficiência cardíaca e morte súbita de causa cardiovascular”, reforça o médico.

Gravidez

A anemia em gestantes é uma condição frequente e perigosa. “Em países desenvolvidos, estima-se que aproximadamente 18% das gestantes apresentem anemia durante a gravidez. Nos países em desenvolvimento, o índice aumenta de maneira significante, variando de 35% a 75%”, afirma o hematologista Sandro Melim, da DASA.

Quais são as causas?

Baixos níveis de ácido fólico colocam a gestante em risco de desenvolver anemia megaloblástica, acarretando problemas irreversíveis para o feto, como defeitos na formação do tubo neural (estrutura que dá origem ao cérebro e à medula espinhal).

Há, ainda, o aumento na demanda de ferro pelo organismo, que também ocorre por causa da produção de células e tecidos do feto. A ausência de ferro aumenta o risco do surgimento da anemia ferropriva – que pode levar ao desenvolvimento inadequado da placenta, gerando problemas durante a gestação e na hora do parto.

Vale lembrar que grande parte dos casos de anemia na gestação está relacionada à falta de nutrição adequada e dificuldade de acesso aos serviços de assistência pré-natal.

Quais são os sintomas?

Os sintomas da anemia durante a gravidez são idênticos aos apresentados por não grávidas. Fraqueza, sensação de falta de ar, fadiga e irritabilidade podem ser relatadas por gestantes sem que estejam com graus significativos de anemia. Tais sintomas podem ser causados pelo aumento de peso, aumento do volume uterino, instabilidade emocional, entre outras alterações.

Como é diagnosticado?

É importante realizar avaliação da história clínica da gestante, assim como um exame físico completo. Além disso, exames laboratoriais para avaliar os estoques de ferro e ácido fólico do organismo podem ser necessários em vários momentos da gestação. Em casos mais severos, pode ser necessário lançar mão de exames de imagem e até mesmo procedimentos invasivos, como a amniocentese – que avalia a anemia diretamente no feto.

Tratamento e prevenção

A prevenção da anemia na gestação pode ser feita com suplementação de ferro e ácido fólico, além de orientação nutricional. É importante lembrar que gestantes vegetarianas devem receber suplementação de outras vitaminas, como as do complexo B, que estão presentes principalmente em alimentos de origem animal. As futuras mamães que desenvolvem anemia moderada e severa podem necessitar de doses maiores de ferro. Em alguns casos, pode ser necessário usar reposição intravenosa ou hemotransfusões para o tratamento.

O teste de sexagem fetal permite a identificação do sexo da criança a partir da oitava semana de gravidez. Para entender como o teste funciona, é necessário retroceder algumas décadas.

No final do século 20, os pesquisadores demonstraram que um pequeno número de células do feto atravessa a barreira placentária e penetra na circulação materna. Mais tarde, observou-se que existe também DNA fetal circulando no sangue materno. Hoje, sabe-se que existe um fluxo bidirecional de células e de DNA durante toda a gravidez.

O DNA fetal é removido rapidamente da circulação materna, com vida média em torno de duas horas. Contudo, como existe um fluxo contínuo de DNA fetal para a mãe, o DNA fetal pode ser analisado a partir de amostra do sangue materno. Entre a 8ª e a 17ª semanas de gestação, cerca de 3% do DNA presente na circulação materna é de origem fetal, atingindo cerca de 6% no final da gravidez.

Qual a finalidade?

Este conhecimento despertou grande interesse e abriu um leque de possibilidades de aplicações no diagnóstico pré-natal. Até então, para se obter uma amostra de DNA fetal era necessário utilizar-se de métodos invasivos tais como a punção do cordão umbilical (cordocentese), punção de líquido amniótico e biópsia de placenta. Agora, com a simples coleta de uma amostra de sangue da mãe, é possível determinar o sexo genético e muito em breve estarão disponíveis exames para o diagnóstico pré-natal de outras enfermidades de origem genética, tais como Beta-talassemia, Acondroplasia, Síndrome de Down, Hemofilia e outras.

Como é feito?

As mulheres possuem dois cromossomos X (46,XX); e os homens, um cromossomo X e um Y (46,XY). Portanto, no diagnóstico do sexo genético fetal são utilizadas sondas moleculares específicas para segmentos de DNA existentes apenas no cromossomo Y, que é exclusivo do sexo masculino. Para a realização do exame são coletados 10 ml de sangue em tubo a vácuo com anticoagulante EDTA. A gestante deve preencher um questionário com informações relevantes para a interpretação do exame e assinar um termo de consentimento no qual ela concorda com os termos e limitações do método. O índice de acerto do exame varia conforme a idade gestacional. Veja a tabela:  

Fase da gravidez Sexo Feminino Sexo Masculino
Até 8ª semana 74,0% >99,0%
8ª a 10ª semana 99,0% >99,0%

É importante ressaltar que o teste é muito seguro e que os erros são raríssimos. Algumas vezes pode haver divergência entre os resultados do teste de sexagem fetal e o resultado da ultrassonografia (USG) e, segundo a experiência acumulada em vários serviços, o índice de acerto do teste molecular é superior ao da USG.

Qualidade de vida

A TPM pode ser atenuada com mudanças muito simples nos hábitos do dia-a-dia. Confira!

O que é TPM?

TPM ou Tensão Pré-Menstrual é uma desordem física e emocional que pode ser causada por mudanças hormonais que ocorrem durante o período menstrual de uma mulher. Muitas hipóteses surgem a respeito das causas desta disfunção, mas o que parece prevalecer é que sejam influências hormonais normais do ciclo menstrual que interfiram no sistema nervoso central. Parece haver uma íntima relação entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas (substâncias naturais ligadas à sensação de prazer) e os neurotransmissores, tais como a serotonina.

Quais são os sintomas?

Mais de 150 sintomas diferentes já foram reportados por mulheres com TPM. Os mais comuns são retenção de líquido, aumento de peso, cólicas abdominais, dores generalizadas (costas, articulações), espasmos musculares, sensibilidade nos seios, aparecimento de espinhas, aumento do apetite, irritabilidade, ansiedade, depressão, hostilidade, dificuldade para se concentrar, fadiga, alterações na libido, tolerância diminuída a estímulos sensoriais (luzes, barulhos etc.), entre outros.

Ainda não foi identificada uma causa exata da TPM; entretanto ela pode ser ligada a fatores sociais, culturais, biológicos e psicológicos. É estimado que 70 a 90% das mulheres em idade fértil sejam afetadas pela TPM. A incidência é maior em mulheres com idade entre 25 e 40 anos, aquelas com pelo menos um filho, com história familiar de depressão grave ou mulheres com um histórico de depressão pós-parto ou desordem afetiva.

Como é diagnosticada?

Não há um exame único que possa diagnosticar TPM, mas um ginecologista poderá avaliar o histórico da paciente e solicitar diversos exames para garantir que não se trata de uma doença com sintomas semelhantes.

Tratamento e prevenção

Embora não haja uma cura concreta para TPM, existem algumas medidas que podem ser tomadas para atenuar os sintomas e promover o bem-estar durante o período. Elas incluem dieta e exercícios, medicamentos e até mesmo a psicoterapia. O médico usará todas as informações do histórico da sua paciente, a avaliação do exame físico e seus sintomas para ajudá-la a escolher o melhor tratamento.

Resultados não cientificamente comprovados mostram que a vitamina B6 (Piridoxina), a vitamina E, o cálcio e o magnésio podem ser usados com melhora dos sintomas.

Algumas mudanças no estilo de vida também podem ser úteis na prevenção da TPM ou para evitar seu agravamento. Exercícios regulares de 3 a 5 vezes por semana e uma dieta balanceada (com aumento na quantidade ingerida de grãos, vegetais, frutas e diminuição de sal, açúcar, álcool e cafeína) podem ser benéficos. É importante também observar quais são os períodos que o corpo requer sono durante o ciclo menstrual, garantindo um descanso adequado.